segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ultimos fatos estranhos!

Confira agora fatos bizarros, leia e tire suas conclusões.

Aparelho de massagem estrangula mulher 

A morte de uma mulher na Flórida, Estado Unidos, foi aparentemente causada quando um aparelho de massagem que usava no pescoço enganchou em seu colar e a estrangulou, disseram investigadores na quarta-feira. A médica de 37 anos, Michelle Ferrari-Gegerson, estava embrulhando presentes de Natal e usou o aparelho para aliviar dores no pescoço, disseram os [...]

Bizaro, não é mesmo? Caro leitor, tome muito cuidado, pois estamos no meio de uma batalha espeiritual.  Isso não é normal, não é, pense comigo, você se ocupa com alguma coisa derepente é supereendido, por objetos os quais você esta acostumado a uzar, é realmente bizarro.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Comunicação com outro mundo:Sobre mensagens de espíritos familiares



A Doutrina Espírita, através de estudos experimentais, esclareceu a respeito da comunicabilidade entre o Mundo Material e o Mundo Espiritual, elucidando o quanto este fenômeno é comum e natural, demonstrando que o intercâmbio sempre aconteceu, em todas as épocas da humanidade e em todas as civilizações.
À época da Codificação, a evocação de Espíritos era uma prática muito frequente, sendo utilizada por Allan Kardec para estudos diversos. Em algumas oportunidades, antigos membros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas foram evocados e relataram sua situação no além-túmulo.


É bem verdade que diante da dor causada pela desencarnação de um ente querido, os Espíritos separados - encarnados e desencarnados - sentem saudade e a necessidade do reencontro, o que é plenamente possível.
Vejamos valiosa lição deixada por Chico Xavier neste sentido: Quando o seu trabalho de psicografia estava no auge, ele recebia inúmeros pedidos de parentes para receber mensagens dos entes queridos desencarnados. Chico, na sua humilde sabedoria, sempre evitou levar nomes para serem evocados para este fim e se justificava dizendo: “o telefone toca de lá para cá”.
No atual contexto do movimento espírita, a evocação dos espíritos está quase totalmente esquecida, dando-se preferência às manifestações espontâneas. Kardec informa, no capítulo XXV do Livro dos Médiuns, que devemos usar “as duas maneiras de agir” (evocações e espontaneidade), pois as duas “têm suas vantagens e só haveria inconveniente na exclusão de uma delas.”


No Livro dos Espíritos, a questão 935 explora este assunto. Na época, muitos consideravam que as comunicações de além-túmulo eram profanação. Os Espíritos da Codificação esclarecem que não há profanação nestas mensagens, desde que “haja recolhimento e quando a evocação seja praticada respeitosa e convenientemente.” Para reforçar esta opinião, os respondentes lembram dos Espíritos que acodem com prazer ao nosso chamado. Sentem-se felizes quando nos lembramos deles e por se comunicarem conosco.
Certamente este tipo de comunicação só deve ser praticada por grupos experientes, que tratam a questão com a seriedade devida. Caso contrário, permanecerão sob jugo de Espíritos enganadores e brincalhões, que existem por toda parte.
A Doutrina Espírita nos ensina que a possibilidade de comunicação vai depender da situação em que o Espírito se encontre. Alguns estão em estado de perturbação que não os permitem se comunicar, enquanto outros podem estar cumprindo tarefas importantes que os impedem de fazerem contato. Por isso devemos ter muita paciência e compreensão e aguardar o momento propício para que a comunicação aconteça. Os Espíritos que são desprendidos da matéria desde a vida terrena, tomam consciência de que estão fazendo parte da vida espírita bem cedo, porém aqueles que viveram preocupados apenas com seu lado material permanecem no estado de ignorância por longo tempo.


Emmanuel foi um grande defensor da espontaneidade em todas as comunicações com o invisível. Recomenda que o espírita-cristão deve encontrar na sua fé o mais alto recurso de cessação do egoísmo humano, ponderando quanto à necessidade de repouso daqueles a quem amou, esperando a sua palavra direta quando e como julguem os mentores espirituais conveniente e oportuno. Devemos pedir sem exigir, orar sem reclamar, observar sem pressa, considerando que a esfera espiritual nos conhece os méritos e retribuirá os nossos esforços de acordo com a necessidade de nossa posição evolutiva e segundo o merecimento de nosso coração.
Portanto, por todos estes fatores, embora seja possível se comunicar com entes queridos que já partiram, é importante que procuremos uma Casa Espírita onde os dirigentes sejam pessoas idôneas. Mesmo assim, é mais prudente tomarmos muito cuidado com as comunicações de parentes desencarnados, pois na maioria das vezes não há como identificar se ela é autêntica, principalmente se é dada por médiuns sem preparo para a tarefa. Frequentemente, Espíritos enganadores estão ligados a estes médiuns, brincando com a dor alheia ou então estimulando o ego do médium, emprestando a este uma importância que não tem.


No mais, lembremos que existe um meio muito comum de comunicação entre os dois planos da vida: através dos sonhos. Durante a emancipação provocada pelo sono, o Espírito encarnado tem ampliada sua sensibilidade e seus sentidos, podendo se encontrar e manter diálogos com os Espíritos desencarnados de sua afeição.
Edição de texto retirado do site OSGEFIC

Espiritos das Trevas


Os demónios e os espíritos das trevas existem e o assunto foi trazidos novamente á luz do dia pela promulgação do novo rito de exorcismo da Igreja Católica Apostólica Romana.

«De Exorcismus et supplicationibus quibusdam» é o renovado código de exorcismo e foi publicado pelo Vaticano em 26 de Janeiro 1999.

Antes disso, o rito foi analisado e trabalhado pelo Papa João Paulo II , que o aprovou em 1 Outubro 1998.

O documento possuía originalmente 84 paginas totalmente redigidas em latim, que já foram entretanto disponibilizadas a todas as todas as conferencias episcopais por todo o mundo para que possam traduzi-lo para versões nas línguas vernaculares.

Este documento, ( aprovado aliás por um Papa que confessou ter realizado 3 exorcismos ao longo da sua carreira eclesiástica) , reconhece claramente tanto a existência do demónio, como a realidade da pessessao demoníaca.

Pode-se ler na breve introdução que o documento chama atenção para a existência de «criaturas angélicas» e outras, chamadas «demónios, que se opõem a Deus», sublinhando que a infleuncias destas entidades espirituais de pode fazer manifestar em pessoas, lugares ou coisas.

Este novo ritual de exorcismo católico foi trabalhado ao longo de 30 anos vem substituir o anterior do Ritual Romano que tinha sido promulgado em 1614.
Mas a realidade sobre espíritos das trevas e exorcismos não é uma crença meramente Crista. Os exorcismos são também constatados na religião Judaica, e exemplos disso podem ser vistos no Talmud : Schabbath, xiv, 3; Aboda Zara, xii, 2; Sanhedrin, x, 1...
No entanto, nas crenças Judaicas a possessão por espíritos é vista num contexto diferente daquele que é encarado no Cristianismo. Para o Judaísmo, uma pessoa pode ser possuída por um espírito chamado dybbuk, que se acredita ser uma alma de uma pessoa falecida que regressou do Gehenna , o conceito judeu de purgatório ou de local entre mundos, ( entre o mundo físico e o mundo celeste, entre a terra e o céu), para onde as almas vão antes de entrar no céu.
De acordo com estas crenças, por vezes ,( nao muito frequentes), a uma alma que em vida nao teve oportunidade de cumprir com todas as suas missoes, é-lhe concedida a oportunidade de realizar esses fins , regressando a este mundo na forma de um dybbuk. E por vezes também, uma alma demasiadamente atormentada não encontra descanso no purgatório e pode escapar-se dessa «zona entre mundos», regressando a esta mundo
A alma regressa assim a este mundo e procura «ligar-se» a uma pessoa viva que esteja experimentando uma situação similar á que essa alma viveu quando estava encarnado neste mundo.
Acredita-se por isso que há bons dybbuks e maus dybbuks.
Os bons, acabam desempenhado o papel de «guia espiritual» da pessoa a que se ligaram, procurando-a fazer ultrapassar os obstáculos e tribulações que esta vivendo, como forma de salvar essa pessoa e assim se salvar a si mesmo. Estas são consideradas possessões boas.
No caso dos dybbuk maus, esse são almas atormentadas que regressaram a este mundo ou que não partiram deste mundo, e que se ligam a uma pessoa e fazem-na passar pelos mesmos erros, tormentos e caos que essa alma experimentou durante a sua vida.

AS PROVAS CIENTIFICAS QUE ATESTAM DA EXISTENCIA DE ESPIRITOS
A realidade é que os espíritos existem, quer se creiam neles ou não, tal como o ar existe e não se vê, e porem o ar continuará a existir quer se acredite nele, ou não.
Todas estas realidades espirituais são isso mesmo: REALIDADE, quer os cépticos e agnósticos queiram ou não.
Ao contrário do que se pensa, e ao contrário do que a ciência argumenta, um ritual de exorcismo nao é um pratica obscura, celebrada por homens ignorantes contra a vontade de um pobre desgraçado que na verdade apenas sofre de um mal psiquiátrico ou psicológico.
Também ao contrário do que muitos pensam, e ao contrário do que ciência alega, a possessão, também não é um aproveitamente de doenças que afinal tem explicações racionais, por parte de uns tantos ignorantes aproveitadores que irresponsavelmente optam por defender que se trata de um fenómeno espiritual.
Prova de que os espíritos são uma realidade verdadeira, e que os exorcismos não são meras fantasias lunáticas de um punhado de ignorantes, são a premissas que presidem á própria execução de um ritual desta natureza.
Eis algumas das regras processuais a serem respeitadas antes que se possa autorizar um exorcismo:
1-O exorcismo apenas pode ser realizado por um sacerdote especialmente preparado para o efeito.
2-O exorcismo tem de ser executado com aprovação e supervisão do Bispo local
3-O exorcismo apenas pode ser realizado com o consentimento da pessoa vítima do fenómeno espiritual
4-Um exorcismo só pode ser realizado após a sua confirmação científica e espiritual, o que implica:
a) a verificação de certos sinais espirituais, ou seja, se esses sinais não se verificarem, não se pode confirmar que há uma possessão.
b) a rigorosa investigação cientifica do caso, que visa atestar que na realidade não se trata de uma caso de doença física ou mental, mas sim de uma verdadeira possessão.
Isto significa que:
O exorcista, antes que lhe seja permitido realizar qualquer exorcismo, tem de procurar provar de forma cientificamente fundamentada que o caso em analise é na verdade, e sem sombra de duvida, um assunto de natureza espiritual.
O sacerdote deve por isso demonstrar máxima prudência e circunspecção ao longo de todo o processo de averiguação do caso em questão antes mesmo de propor um exorcismo ao Bispado, procurando inicialmente realizar uma abordagem objectiva á pessoa alegadamente possuída, abordagem essa que é uma verificação sobre o verdadeiro estado da pessoa, ou seja, verificando se a pessoa não será alguém que simplesmente sofre de doença física ou psicológica.
O sacerdote apenas decide se uma pessoa esta verdadeiramente possuída depois de uma diligente investigação, na qual se procura consultar peritos em áreas medicas, psicológicas, psiquiátricas e mesmo espirituais.
Apenas após todo este rigoroso processo de peritagens científicas, se chega á conclusão de se estar perante um caso de possessão por parte de entidades espirituais das trevas.
E quando assim sucede, para desgosto de alguns agnósticos, a própria ciência torna-se num instrumento de validação e prova científica da existência de espíritos e de demónios.
Segundo as normais de observação e analise deste tipo de fenómeno espiritual, os sinais de possessão demónica numa pessoa são:
1- A capacidade da pessoa possuída de falar línguas que desconhece e que não tem possibilidade nem forma de conhecer, por vezes línguas mortas como Latim, Aramaico, etc.
2- O conhecimento sobre coisas que lhe estão distantes e são desconhecidas
3- Manifestação de força física anormal
4- Manifestação de fenómenos físicos anormais
È necessário, apos cuidados exames médicos, psicológicos, espirituais, psiquiátricos, etc…. provar que estes sinais não estão relacionados com causas normais, relacionadas com leis da física, da química ou de uma condição clínica da pessoa alegadamente possuída, para que se possa declarar que essa mesma pessoa esta sendo vitima desse tipo de fenómeno espiritual.
De acordo com a pratica seguida pelo Vaticano, tudo é feito para evitar a percepção de que um exorcismo esta relacionado com superstições ignorantes ou infundamentadas, mas antes é um processo atestado por meios científicos e com veracidade inegável.
ORAÇÃO DE EXORCISMO EM LATIM:
Exorcizo te, omnis spiritus immunde, in nomine Dei (X)
Patris omnipotentis, et in noimine Jesu (X) Christi Filii ejus, Domini et Judicis nostri, et in virtute Spiritus (X)
Sancti, ut descedas ab hoc plasmate Dei (name),
quod Dominus noster ad templum sanctum suum vocare dignatus est, ut fiat templum
Dei vivi, et Spiritus Sanctus habitet in eo.
Per eumdem Christum Dominum nostrum, qui venturus est judicare vivos et mortuos, et saeculum per ignem.
(X) = Sinal da Cruz

EM RESUMO:

Todas estas condições de analise de um fenómeno espiritual como a possessão, visam validar a existência dos espíritos das trevas através de um rigoroso processo de análise e investigação com rigor cientifico.
Assim se prova que quando se falam de espíritos dass trevas, não se está diante de uma fraude nem de uma fantasia, mas sim de uma realidade tão sólida como o ar que respiramos.
Assim se atesta o espírito das trevas existe e está dentro de uma pessoa, de um local ou de uma coisa, assim se confirma que se esta lidando com factos e não com fantasias.
A para quem gosta de factos, os exorcismos que foram feitos respeitando todos os critérios científicos de aprovação do ritual, os factos revelam uma verdade que alguns cientistas e alguns ateus não gostam de ver.

Espiritos...


Etimologia
A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim "spiritus", significando "respiração" ou "sopro", mas também pode estar se referindo a "alma", "coragem", "vigor" e finalmente, fazer referência a sua raiz no idioma PIE *(s)peis- (“soprar”). Na Vulgata, a palavra em Latim é traduzida a partir do grego "pneuma" (πνευμα), (em Hebreu (רוח) ruah), e está em oposição ao termo anima, traduzido por "psykhē".
A distinção entre a alma e o espírito somente ocorreu com a atual terminologia judaico-cristã (ex. Grego. "psykhe" vs. "pneuma", Latim "anima" vs. "spiritus", Hebreu "ruach" vs. "neshama", "nephesh" ou ainda "neshama" da raíz "NSHM", respiração.)
A palavra espírito costuma ser usada em dois contextos, ummetafísico e outro metafórico.

Filosofia
Espírito é definido pelo conjunto total das faculdades intelectuais. Ele é frequentemente considerado como um princípio ou essência da vida incorpórea (religião e tradição espiritualista da filosofia), mas pode também concebida como um princípio material (conjunto de leis da física que geram nosso sistema nervoso).
Na Antiguidade, o sopro e o que ele portava (o som, a voz, a palavra, o nome) continha a vida, seja em protótipo, em essência ou em potência (mítica). No tronco judaico-cristão das religiões diz-se que Deus soprou o barro para gerar o (ser no) homem. Dar um nome aos seres vivos ou não, emitir o som do nome (i.e, chamar por um nome, imitar as vozes animais, mimetizá-los, fazer do nome onomatopeia, apresentar-lhes na língua, dar-lhes uma palavra que lhes chame etc), fazer soar pela emissão do sopro vocal, significava possuir (ter o que é deles, a carne, a voz, i.e., ser-lhes o proprietário). Assim, diz-se também que ao dar nomes aos animais, o Homem ancestral, tomou deles a posse, tomou deles algo, deu-lhes a representação, o espírito. Nos contos míticos, emitir um som significa chamar pelo ser que atente a tal som. Assim, o génio da lâmpada de Aladino das (Mil e Uma Noites) aparecia quando Aladino esfregava a lâmpada maravilhosa, assim emitindo um ruído ou som que era exactamente o nome do génio encarcerado.
Em política, diz-se do espírito das leis, expresso na constituição. O termo espírito das leis vem de Montesquieu, que escreveu um livro sobre com este título, no qual ele descreve o sistema triparte de repartição dos estados.

Corpo e espírito
Em diferentes culturas, o espírito vivifica o ser no mundo. O espírito também permitiria ao ser perceber o elo entre o corpo e a alma. Entretanto, muitas vezes espírito é identificado com alma e vice-versa, sendo utilizados de forma equivalente para expressar a mesma coisa.
Segundo a teoria dualista de Descartes, o corpo e o espírito são duas substâncias imiscíveis, cada qual com uma natureza diferente: o espírito pertenceria ao mundo da racionalidade (res cogitans), enquanto o corpo às coisas do mundo com extensão (res extensa), i.e., ao mundo das coisas mensuráveis. Descartes acreditava que a função da glândula pineal seria unir a alma/espírito ao corpo. Sua visão do ser humano era mecanicista. O corpo era tratado como uma máquina de grande complexidade. Pensava em partes separadas, no que ligaria o que com o que, qual seria a função de cada parte, em suas relações etc.
Para algumas tradições religiosas, a morte separa o espírito do corpo físico, e a partir daí, o espírito passa a ser somente da esfera espiritual. Para estas, a morte parece não encerrar a existência de cada ser particular.

Psicologia
Em psicologia, o espírito designa a atitude mental dominante de uma pessoa ou de um grupo, que motiva-o a fazer ou a dizer coisas de um determinado modo.

Espiritologia
De acordo com a espiritologia (ou "psicologia espiritual"), o espírito é o corpo psíquico, que entra em contato com a quarta dimensão (ou Mundo Astral), local onde não existem problemas de espaço (distâncias) ou de tempo. Segundo esta corrente, o ser humano pode entrar em contacto com outros lugares ou até outras épocas, sendo que, alguns pesquisadores, como o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, acreditavam que os problemas do mundo contemporâneo, não eram regidos apenas pelas pessoas fisicamente, mas também psiquicamente, utilizando o mundo astral como meio de intervir no Mundo Terrestre.

Espíritos na Bíblia
Na Bíblia, a expressão "espíritos" também se refere aos anjos que se rebelaram contra Deus. Na tradição judaico cristã, são também chamados de "anjos decaidos", "espíritos impuros" ou "demónios". Eles subordinaram-se à liderança de um anjo rebelde que foi proeminente na hierarquia angélica, comummente denominado por Satanás e Diabo.
Segundo a Bíblia, embora impedidos de se materializar, estes "anjos decaidos" teriam grande força e influência sobre a mente e o modo de viver dos humanos. Teriam capacidade de se incorporar em humanos e em animais e possuí-los (possessão espírita, não delirio de possessão), e também usam coisas inanimadas (assombração), tais como casas ou objectos.
No Novo Testamento, o uso do termo "demónio", em gr. daimoníon, é limitado e específico em comparação com as noções dos antigos filósofos e o modo em que esta palavra era usada no grego clássico. Originalmente, o termo daimoníon designava as divindades, que podiam ser boas ou ruins - para um estudo mais acurado do termo, veja SPINELLI. Miguel. "Sócrates e o seu daimónion". In: Questões Fundamentais da Filosofia Grega. São Paulo: Loyola, 2006, pp.108-128.

Espiritismo
Segundo a Doutrina espírita, o espírito é a individualização do princípio inteligente do Universo. Quando encarnado - ou seja, vestido de um corpo humano - é chamado de alma, nesta situação alma e espírito são as mesmas coisas. A reencarnação, segundo o espiritismo, é o processo de auto-aperfeiçoamento por que passam todos os espíritos.
Para os espíritas, o estado natural do espírito seria o de liberdade em relação à matéria, ou seja, a condição de desencarnado. Nesta situação, o espírito mantém a sua personalidade e suas características individuais.
Também segundo a doutrina espírita, a interação do espírito com o cérebro se dá através do perispírito. Este conecta a vontade que nasce no espírito com o estímulo que direciona o cérebro[1].
Para designar um espírito específico, os espíritas utilizam a inicial em maiúsculo, como por exemplo: "O Espírito Emmanuel".

Teosofia
Na Teosofia, o espírito é associado aos dois princípios mais elevados do Homem, a díade Atman-Budhi, a essência imortal do Homem.

Outras teorias
Na teoria Shmuelin, o espírito Divino que reside na mente do homem – o Ajustador do Pensamento. Este espírito imortal é pré-pessoal – não é uma personalidade, se bem que esteja destinado a transformar-se em uma parte da personalidade da criatura mortal, quando da sua sobrevivência.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ausência...atrás de fatos(Espiritos)

Bom estaremos ausente por um pequeno tempo
pois estarei atrás de depoimentos sobre esse mundo sobrenatural.
A equipe

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Livro Memórias de um padre Exorcista

Resumo
O presente artigo é o resultado de uma pesquisa realizada numa ex-colônia de
imigrantes italianos situada em Cascalho, município de Cordeirópolis, estado de São
Paulo. A vida religiosa dessa colônia organizou-se em torno do padre Luis Stefanello
(1878-1964), que foi o formador e orientador de várias gerações de fiéis. A fama de
exorcista espalhou-se por todo o interior do Estado de São Paulo, transformando
Cascalho em lugar de romarias. A pesquisa revela o que sobrevive da imagem do padre
Stefanello na memória dos mais velhos da comunidade e a ação de um homem ”cheio de
poder” por meio de suas bênçãos e exorcismos, mostrando as ressonâncias dela no
comportamento populacional. Por outro lado, o artigo examina as relações entre a
história e memória do grupo social, evidenciando que a experiência do relacionamento
entre o padre e o povo de Cascalho foi geradora de um elo que perdura até o presente.
Para conferir tudo clique aqui

EXORCISMO DO SÚCUBUS



By Alexandre Cthulhu


Com certeza já ouviram contar histórias estranhas sobre casos de pessoas possuídas pelo demónio.
As mais vulgares, que até serviram de inspiração a escritores e realizadores de cinema, tinham sempre algo em comum: A vítima era uma pobre rapariga e o demónio, na sua versão masculina possuía o seu corpo.
O episódio que vos vou aqui narrar nada tem a ver com ficção literária, nem sequer tem a ver com influência cinematográfica. O que aconteceu foi real, ninguém me contou, fui eu que vi e vivi.
O ocorrido remonta aos anos oitenta, em que eu era ainda um jovem seminarista em Coimbra. Num fim-de-semana ausentei-me das instalações do seminário, apanhei o comboio e fui até Lisboa, pois a minha ideia era visitar o Cristo-Rei em Almada. E foi exactamente neste Santuário que tudo começou.
Detinha-me a rezar, quando repentinamente as minhas preces foram interrompidas por um soluçar forte vindo lá da frente onde se conservava o altar. Apercebi-me de uma figura de uma senhora já de meia-idade, toda trajada de negro que se debruçava sobre o altar numa reza estranha, mas convicta. À sua frente, várias velas queimavam incessantemente,cuja chama era ameaçada pelo seu choro incessante e desesperado.
Confesso que aquela situação me desconcertou e fez – me interromper as minhas preces. Contemplei a pobre mulher durante mais uns minutos, e não hesitei em ir me dirigir até ela.
- Minha senhora – sussurrei eu – A senhora está bem?
- Silêncio – asseverou ela sem mostrar o seu rosto.
-Apenas quero ajudar. A senhora está a sentir-se bem? - Inquiri persistente.
Foi neste momento que ela se virou e me deixou ver o seu rosto enrugado e os seus olhos vazios e cegos.
Confesso que hesitei entre ir-me embora e ajoelhar-me ao lado dela a rezar.
- Que queres de mim? Não percebes que não me podes ajudar? Nem a mim nem a ele?...
- Ele? Ele, quem? – Insisti
- Ele! – Afirmou, mostrando uma fotografia com a face de um jovem, supostamente seu filho. – Ele vai morrer. Nada, nem ninguém o poderá salvar. Meu lindo Duarte. - Suspirou a idosa, levando a mão ao meu peito.
- O que tem o Duarte? – Perscrutei eu segurando-lhe na mão
- Tu és um padre? – Questionou ela após verificar o meu traje.
- Sim, sou padre. – Menti, pois ainda não tinha terminado os estudos. – Gostava de poder ajudar o Duarte, minha senhora.
- És jovem como ele. – Asseverou, colocando as suas mãos enrugadas, mas quentes e meigas sobre o meu rosto.
- Então, diga-me o que se passa com o Duarte? Não há nada que a fé e, Jesus Cristo não salve...
Neste momento vi a idosa retirar um pequeno papel dobrado do seu alforge e, agarrando-me nos pulsos, depositou o papel na palma da minha mão.
-Aparece nesta morada amanhã cedo. Acredito na tua fé, jovem. Terás a tua prova de fé, amanhã quando os conheceres!
-Quando os conhecer, a quem? – Indaguei. - Amanhã verás! Espero que o consigas ajudar, pois até agora ninguém conseguiu, e já lhe resta pouco tempo. – Assegurou a idosa, voltando-se para o altar. De seguida benzeu-se, agarrou na sua bengala, e seguiu em direcção à saída.
Confesso que me senti nervoso quando a vi sair. Não foi pena nem compaixão, mas sim...admiração. Admiração por uma figura, aparentemente tão frágil, mas com um carácter tão forte e determinado.
Desembrulhei o pedaço de papel e verifiquei que se tratava de uma morada:
“Rua dos pescadores, lote 1 – 1ºandar – Seixal”
A paragem da camioneta onde o motorista me disse para eu sair, distava apenas alguns metros da morada que eu tinha.
Não demorei a encontrar a casa. Esta situava -se no âmago de uma rua estreita e revestida de calçada. Apercebi – me de que a minha presença chamara a atenção da vizinhança, que apareceram nas janelas, benzendo-se como se tivesse chegado um...”salvador”. Deduzi que toda a gente tinha conhecimento do que se passava com o Duarte. A minha ansiedade aumentava à medida que me aproximava da porta do lote 1.
A porta foi-me aberta mesmo antes de eu bater. Do interior da casa apareceu à porta uma jovem de cabelos castanhos, aparentando não ter mais de doze anos.
- Entre, senhor padre – Sussurrou ela com um tom muito envergonhado e olhar acanhado.
Entrei e aguardei que ela me guiasse até ao quarto onde estava o Duarte.
Subi umas escadas que finalizaram em frente de uma porta, que estranhamente estava toda trancada com vários cadeados e correntes À volta da porta, também havia estacas pregadas, e a parte superior estava rachada.
Subitamente dei pela presença da mãe de Duarte mesmo atrás de mim.
- O Duarte está a dormir, senhor padre. Está muito cansado, passou a noite toda acordado. Sabe, “ela” não o deixa descansar – Afirmou com um ar medonho e de mistério.
- O que se passa aqui nesta casa? – Interroguei com firmeza.
- Espero que esteja preparado para o que vai ver, senhor padre – Avisou a idosa, começando a destrancar a porta. Apercebi-me que a garota ficara escoltada com a porta da cozinha quando ouviu o destrancar dos cadeados.
Do interior do quarto veio o horror pavoroso de algo que nunca imaginei ver em toda a minha vida.
Duarte estava amarrado à cama. O seu rosto, outrora belo, estava completamente desfigurado, tinha os olhos vermelhos e sem vida. A boca estava torta e ensanguentada, e as veias inchadas erguiam-se dos braços e do pescoço como se estivessem prestes a explodir.
Duarte estava possuído!
O seu sono, aparentemente profundo fora quebrado pela minha presença.
Fui devorado pelo olhar temível que ele me lançou. Não o Duarte, mas o que estava dentro dele. Eu não estava preparado para aquilo, mas comigo trazia sempre um pouco de água benta, e foi o que eu lhe lancei para cima, proferindo frases em hebraico e latim, mas nada se alterou. Ele apenas sorriu e de seguida cuspiu-me para cima.
Abandonei o quarto e prometi regressar no dia seguinte, logo pela madrugada.
Algumas horas antes da aurora surgir já eu estava frente a frente com aquilo.
Tinha passado a noite toda a ler e a pesquisar sobre exorcismo e pessoas possuídas, e suspeitava de que Duarte estava possuído por Súcubo, o demónio o demónio violador, cuja lenda adopta o sexo masculino, tornando-se no demónio Incubus, e que se apodera do corpo de mulheres, possuindo-as.
Com o crucifixo na minha mão direita, clamei pelo seu nome:
- Súcubus!
Os seus olhos acenderam-se na escuridão do quarto e nem sequer me procuraram. Fixaram algo que eu não conseguia ver o que era. Seguidamente o corpo de Duarte deu o solavanco e vomitou na minha direcção
- Quero que abandones esse corpo e regresses para as trevas imediatamente, maldito – gritei.
Súcubus ergueu-se levando o frágil corpo de Duarte com ele, ficando cara-a-cara comigo. Senti o odor da sua boca fedorenta levitar até às minhas narinas.
- ABANDONA ESSE CORPO IMEDIATAMENTE! – Insisti.
A criatura iniciou uma sequência de convulsões violentas sem parar, levando de rojo o corpo de Duarte, que já devia estar prestes a sucumbir a tanta violência
Eu, incansavelmente, continuei a dar-lhe ordens de expulsão do corpo daquele jovem inocente.
Foram várias as horas que se assaram naquele tormento infernal, até que caí de cansaço no chão. Eu estava derrotado. Mas quando eu comecei a acreditar que Súcubus iria permanecer no corpo de Duarte, percebi que estava enganado demónio já não habitava lá. Os olhos tristes e cansados de Duarte olhavam-me sem expressão, e com um misto de curiosidade e pena.
Confesso que a forma como me contemplava me incomodou bastante, pois a sua expressão adoptava contornos cada vez mais estranhos e misteriosos.

Por fim percebi a razão pela qual Duarte me olhava assim: O demónio estava em mim. Sucubus tinha abandonado o corpo do Jovem e apoderara-se do meu. Quando percebi que Súcubus se tinha apoderado de mim, Gritei o seu nome: -Súcubus! Meu grande e eterno amor. Finalmente me tens! Finalmente tens o meu corpo só para ti. Sou a tua dádiva. Possui-me para sempre, porque sempre te procurei, meu amor!