sexta-feira, 31 de julho de 2009

Livro Memórias de um padre Exorcista

Resumo
O presente artigo é o resultado de uma pesquisa realizada numa ex-colônia de
imigrantes italianos situada em Cascalho, município de Cordeirópolis, estado de São
Paulo. A vida religiosa dessa colônia organizou-se em torno do padre Luis Stefanello
(1878-1964), que foi o formador e orientador de várias gerações de fiéis. A fama de
exorcista espalhou-se por todo o interior do Estado de São Paulo, transformando
Cascalho em lugar de romarias. A pesquisa revela o que sobrevive da imagem do padre
Stefanello na memória dos mais velhos da comunidade e a ação de um homem ”cheio de
poder” por meio de suas bênçãos e exorcismos, mostrando as ressonâncias dela no
comportamento populacional. Por outro lado, o artigo examina as relações entre a
história e memória do grupo social, evidenciando que a experiência do relacionamento
entre o padre e o povo de Cascalho foi geradora de um elo que perdura até o presente.
Para conferir tudo clique aqui

EXORCISMO DO SÚCUBUS



By Alexandre Cthulhu


Com certeza já ouviram contar histórias estranhas sobre casos de pessoas possuídas pelo demónio.
As mais vulgares, que até serviram de inspiração a escritores e realizadores de cinema, tinham sempre algo em comum: A vítima era uma pobre rapariga e o demónio, na sua versão masculina possuía o seu corpo.
O episódio que vos vou aqui narrar nada tem a ver com ficção literária, nem sequer tem a ver com influência cinematográfica. O que aconteceu foi real, ninguém me contou, fui eu que vi e vivi.
O ocorrido remonta aos anos oitenta, em que eu era ainda um jovem seminarista em Coimbra. Num fim-de-semana ausentei-me das instalações do seminário, apanhei o comboio e fui até Lisboa, pois a minha ideia era visitar o Cristo-Rei em Almada. E foi exactamente neste Santuário que tudo começou.
Detinha-me a rezar, quando repentinamente as minhas preces foram interrompidas por um soluçar forte vindo lá da frente onde se conservava o altar. Apercebi-me de uma figura de uma senhora já de meia-idade, toda trajada de negro que se debruçava sobre o altar numa reza estranha, mas convicta. À sua frente, várias velas queimavam incessantemente,cuja chama era ameaçada pelo seu choro incessante e desesperado.
Confesso que aquela situação me desconcertou e fez – me interromper as minhas preces. Contemplei a pobre mulher durante mais uns minutos, e não hesitei em ir me dirigir até ela.
- Minha senhora – sussurrei eu – A senhora está bem?
- Silêncio – asseverou ela sem mostrar o seu rosto.
-Apenas quero ajudar. A senhora está a sentir-se bem? - Inquiri persistente.
Foi neste momento que ela se virou e me deixou ver o seu rosto enrugado e os seus olhos vazios e cegos.
Confesso que hesitei entre ir-me embora e ajoelhar-me ao lado dela a rezar.
- Que queres de mim? Não percebes que não me podes ajudar? Nem a mim nem a ele?...
- Ele? Ele, quem? – Insisti
- Ele! – Afirmou, mostrando uma fotografia com a face de um jovem, supostamente seu filho. – Ele vai morrer. Nada, nem ninguém o poderá salvar. Meu lindo Duarte. - Suspirou a idosa, levando a mão ao meu peito.
- O que tem o Duarte? – Perscrutei eu segurando-lhe na mão
- Tu és um padre? – Questionou ela após verificar o meu traje.
- Sim, sou padre. – Menti, pois ainda não tinha terminado os estudos. – Gostava de poder ajudar o Duarte, minha senhora.
- És jovem como ele. – Asseverou, colocando as suas mãos enrugadas, mas quentes e meigas sobre o meu rosto.
- Então, diga-me o que se passa com o Duarte? Não há nada que a fé e, Jesus Cristo não salve...
Neste momento vi a idosa retirar um pequeno papel dobrado do seu alforge e, agarrando-me nos pulsos, depositou o papel na palma da minha mão.
-Aparece nesta morada amanhã cedo. Acredito na tua fé, jovem. Terás a tua prova de fé, amanhã quando os conheceres!
-Quando os conhecer, a quem? – Indaguei. - Amanhã verás! Espero que o consigas ajudar, pois até agora ninguém conseguiu, e já lhe resta pouco tempo. – Assegurou a idosa, voltando-se para o altar. De seguida benzeu-se, agarrou na sua bengala, e seguiu em direcção à saída.
Confesso que me senti nervoso quando a vi sair. Não foi pena nem compaixão, mas sim...admiração. Admiração por uma figura, aparentemente tão frágil, mas com um carácter tão forte e determinado.
Desembrulhei o pedaço de papel e verifiquei que se tratava de uma morada:
“Rua dos pescadores, lote 1 – 1ºandar – Seixal”
A paragem da camioneta onde o motorista me disse para eu sair, distava apenas alguns metros da morada que eu tinha.
Não demorei a encontrar a casa. Esta situava -se no âmago de uma rua estreita e revestida de calçada. Apercebi – me de que a minha presença chamara a atenção da vizinhança, que apareceram nas janelas, benzendo-se como se tivesse chegado um...”salvador”. Deduzi que toda a gente tinha conhecimento do que se passava com o Duarte. A minha ansiedade aumentava à medida que me aproximava da porta do lote 1.
A porta foi-me aberta mesmo antes de eu bater. Do interior da casa apareceu à porta uma jovem de cabelos castanhos, aparentando não ter mais de doze anos.
- Entre, senhor padre – Sussurrou ela com um tom muito envergonhado e olhar acanhado.
Entrei e aguardei que ela me guiasse até ao quarto onde estava o Duarte.
Subi umas escadas que finalizaram em frente de uma porta, que estranhamente estava toda trancada com vários cadeados e correntes À volta da porta, também havia estacas pregadas, e a parte superior estava rachada.
Subitamente dei pela presença da mãe de Duarte mesmo atrás de mim.
- O Duarte está a dormir, senhor padre. Está muito cansado, passou a noite toda acordado. Sabe, “ela” não o deixa descansar – Afirmou com um ar medonho e de mistério.
- O que se passa aqui nesta casa? – Interroguei com firmeza.
- Espero que esteja preparado para o que vai ver, senhor padre – Avisou a idosa, começando a destrancar a porta. Apercebi-me que a garota ficara escoltada com a porta da cozinha quando ouviu o destrancar dos cadeados.
Do interior do quarto veio o horror pavoroso de algo que nunca imaginei ver em toda a minha vida.
Duarte estava amarrado à cama. O seu rosto, outrora belo, estava completamente desfigurado, tinha os olhos vermelhos e sem vida. A boca estava torta e ensanguentada, e as veias inchadas erguiam-se dos braços e do pescoço como se estivessem prestes a explodir.
Duarte estava possuído!
O seu sono, aparentemente profundo fora quebrado pela minha presença.
Fui devorado pelo olhar temível que ele me lançou. Não o Duarte, mas o que estava dentro dele. Eu não estava preparado para aquilo, mas comigo trazia sempre um pouco de água benta, e foi o que eu lhe lancei para cima, proferindo frases em hebraico e latim, mas nada se alterou. Ele apenas sorriu e de seguida cuspiu-me para cima.
Abandonei o quarto e prometi regressar no dia seguinte, logo pela madrugada.
Algumas horas antes da aurora surgir já eu estava frente a frente com aquilo.
Tinha passado a noite toda a ler e a pesquisar sobre exorcismo e pessoas possuídas, e suspeitava de que Duarte estava possuído por Súcubo, o demónio o demónio violador, cuja lenda adopta o sexo masculino, tornando-se no demónio Incubus, e que se apodera do corpo de mulheres, possuindo-as.
Com o crucifixo na minha mão direita, clamei pelo seu nome:
- Súcubus!
Os seus olhos acenderam-se na escuridão do quarto e nem sequer me procuraram. Fixaram algo que eu não conseguia ver o que era. Seguidamente o corpo de Duarte deu o solavanco e vomitou na minha direcção
- Quero que abandones esse corpo e regresses para as trevas imediatamente, maldito – gritei.
Súcubus ergueu-se levando o frágil corpo de Duarte com ele, ficando cara-a-cara comigo. Senti o odor da sua boca fedorenta levitar até às minhas narinas.
- ABANDONA ESSE CORPO IMEDIATAMENTE! – Insisti.
A criatura iniciou uma sequência de convulsões violentas sem parar, levando de rojo o corpo de Duarte, que já devia estar prestes a sucumbir a tanta violência
Eu, incansavelmente, continuei a dar-lhe ordens de expulsão do corpo daquele jovem inocente.
Foram várias as horas que se assaram naquele tormento infernal, até que caí de cansaço no chão. Eu estava derrotado. Mas quando eu comecei a acreditar que Súcubus iria permanecer no corpo de Duarte, percebi que estava enganado demónio já não habitava lá. Os olhos tristes e cansados de Duarte olhavam-me sem expressão, e com um misto de curiosidade e pena.
Confesso que a forma como me contemplava me incomodou bastante, pois a sua expressão adoptava contornos cada vez mais estranhos e misteriosos.

Por fim percebi a razão pela qual Duarte me olhava assim: O demónio estava em mim. Sucubus tinha abandonado o corpo do Jovem e apoderara-se do meu. Quando percebi que Súcubus se tinha apoderado de mim, Gritei o seu nome: -Súcubus! Meu grande e eterno amor. Finalmente me tens! Finalmente tens o meu corpo só para ti. Sou a tua dádiva. Possui-me para sempre, porque sempre te procurei, meu amor!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Uma grande experiência...


Bom comessarei com o 1º relato.

Num dia comum tudo estava normal, lá estava eu brincando com meus primos e tal

quando minha vizinha estava agonhiada e por isso pedia para chamar a minha tia a qual era pastora. Minha tia em seguida foi até a casa da minha vizinha e la estava a irmã da mesma jogada ao chão enlouquecida fiquei um pouco medo, mas resisti e assisti a tudo.Minha tia encarou a moça endemonhiada no chão e com autoridade ordenou que ser q a possuía se identifica-se então o demônia que possuía a se indenticou.

Ele era o demônio da luxúria...

Ele olhou com muito ódia pra minha tia mais ela não teve medo e prosseguiu.

Com mais autoridade e ordenou que ele abandona-se o corpo da moça.Ela disse no nome do Senhor Jessus todo poderoso (mais ou menos isso ) saia agora desse corpo que não te pertence.

O demônio era insistente e tentou intimidá-la, mais ela nem ligou e ordenou com mais força:Saia agora desse corpo que não te pertence, pois quem ordena é o Senhor Deus todo poderoso, vá embora agora .

O demônio abandonou sem mais ousar fazer mais alguma coisa , a moça estava esta toda machucada, pois havia um tempo que ela estava se debatedo., como postei bem acima as características de Exorcismo e suas diferências.

Concerteza pra mim essa foi um grande esperiência. Cheguei a expulsar demônios apartir daí. Falarei mais sobre isso em outros posts. Obgdo.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Exorcismo



Você acredita no Além ?

Essa é a pergunta que não quer calar.

Você verá que há muitos mais segredos entre o céu e a terra

do que acredite a nossa Van-filosofia.

Comessaremos com um rital muito feito ultimamente e o mesmo tem

dado origem a grandes filmes como O Exorcismo de Emily Rose, Exorcista e Exorcista-O início.


Exorcismo


São vários os relatos de exorcismo ao longo da história do homem.

Exorcismo é o ato de expulsar ou expelir demônios ou espíritos malignos geralmente de pessoas, pode existir casos envolvendo lugares ou objetos. Segundo a visão religiosa, o ritual de exorcismo só ocorre quando constatada a possessão demoníaca (pelo diabo ou seus anjos).

Esse ritual é praticado por padres católicos, há relatos de que outras culturas também realizavam rituais semelhantes a esse. Atualmente, a Igreja Católica Romana ainda acredita em possessões diabólicas e seus sacerdotes realizam o “exorcismo real”, um ritual de 27 páginas onde se utiliza água-benta, preces e relíquias (ou símbolos cristãos) com o objetivo de expulsar demônios ou espíritos malignos.

Existem igrejas protestantes que também acreditam em possessão demoníaca e praticam um ritual de expulsão desses espíritos, porém, diferente do catolicismo, o protestantismo executa a expulsão unicamente pelo uso do nome de Cristo e de palavras proféticas.

Na Igreja Católica é praticado três tipos de exorcismo:
Exorcismo batismal: é o ato de abençoar a criança antes do batismo com o objetivo de purificá-la do mal.

Exorcismo simples: é o ato de abençoar um objeto ou lugar para acabar com toda e qualquer influência maligna.

Exorcismo real: é o ato de expulsar Lúcifer e seus anjos de um ser humano. Processo Exorcismo.

As vestes de “Padre Moore’’ do filme “O Exorcismo de Emily Rose” retrata como o exorcista deve se apresentar no Rituale Romanum (Ritual Romano).

Quando chega à Igreja relatos de que existe um possível caso de possessão diabólica, começa o processo de investigação.

Procedimento necessário para esclarecer se a pessoa sofre de algum problema de saúde mental, pois todas as hipóteses humanas são investigadas. Estabelecido que se trata realmente de um caso de possessão verdadeira, a Igreja indica um exorcista, esse normalmente é o mesmo padre que realizou a investigação.

No ritual (Rituale Romanum), o padre exorcista deve se confessar ou, pelo menos, obter um ato de contrição (arrependimento ou dor profunda por ter ofendido a Deus). Ele veste sua sobrepeliz e a estola roxa, faz o sinal da cruz em si mesmo e nos demais envolvidos no ritual, depois joga água-benta em todos e no recinto, isso serve para preparar o exorcista, as pessoas presentes e o local.

Tudo sido feito corretamente, o ritual tem início com a chamada Ladainha dos Santos, onde o exorcista recita a ladainha e todos os presentes devem responder com fé e convicção.

Veja a seguir a Ladainha dos Santos (tradução aproximada):

P: Senhor, tende piedade de nós. Todos: Senhor, tende piedade de nós.

P: Cristo, tende piedade de nós. Todos: Cristo, tende piedade de nós.

P: Senhor, tende piedade de nós. Todos: Senhor, tende piedade de nós.

P: Cristo, ouvir-nos. Todos: Cristo, graciosamente ouvir-nos.

P: Deus, o Pai dos céus. Todos: Tem misericórdia de nós.

P: Deus, o Filho, Redentor do mundo. Todos: Tem misericórdia de nós.

P: Deus, o Espírito Santo. Todos: Tem misericórdia de nós.

P: Santíssima Trindade, e Deus. Todos: Tem misericórdia de nós. Santa Maria, rogai por nós. Após cada invocação: "rogai por nós", Santa Mãe de Deus, Santa Virgem das virgens, São Miguel, São Gabriel, São Rafael.

Todos os santos anjos e arcanjos, todos os santos ordens de espíritos abençoados, São João Batista, São José, todos os santos patriarcas e profetas, São Pedro, São Paulo, Santo André, São Tiago, St. John, São Tomás, São Filipe, São Bartolomeu, São Mateus, São Simão, São Tadeu, São Mateus, São Barnabé, São Lucas, São Marcos, todos os santos apóstolos e evangelistas, todos os santos discípulos do Senhor, todos os santos inocentes, Santo Estevão, São Lourenço, São Vicente, SS. Fabiano e Sebastião, SS. João e Paulo, SS. Cosme Damião e, SS. Gervase e Protase, Todos os santos mártires, St. Silvestre, São Gregório, Santo Ambrósio, Santo Agostinho, São Jerônimo, St. Martin, São Nicolau, Todos os santos, bispos e confessores, Todos os santos médicos, Santo Antônio, São Bento, São Bernardo, São Domingos, São Francisco, e os levitas. Todos os santos padres, todos os santos monges e ermitões, St. Maria Madalena, Santa Ágata, Santa Luzia, Santa Inês, Santa Cecília, St. Catarina, St. Anastásia, Todos os santos, virgens e viúvas.
P: Todos os santos, santos de Deus. Todos: interceder por nós.

P: Seja misericordioso, Todos: Poupem-nos, oh Senhor.

P: Seja misericordioso, Todos: amavelmente ouvir-nos, Senhor. Senhor livre-nos de todo mal.

Após cada invocação: "livrai-nos, Senhor." De todos os pecados, de sua ira, de súbito e imprevisível morte, a partir dos laços do diabo, da raiva, do ódio, e todo mal, do adultério, dos relâmpagos e tempestades, contra o flagelo dos tremores de terra, da peste, fome, e da guerra, da morte eterna, pelo seu sagrado mistério da encarnação, por seu próximo, por seu nascimento, batismo e santa, por seu jejum, por sua cruz e paixão, morte e por seu enterro, por sua santa ressurreição, por sua maravilhosa ascensão, através da vinda do Santo Espírito, o advogado, no Dia da Ressurreição.

P: Nós pecadores. Todos: Nós pedimos para nos ouvir.

Após cada invocação: "Nós mendigar-lhe ouvir-nos.". Poupem-nos, perdoe-nos, Leve-nos à verdadeira penitência, oh Senhor governe e preserve a sua santa Igreja, Senhor preserve o nosso Santo Padre e em todas as fileiras da Igreja na santa religião, humilde os inimigos da santa Igreja, dê a paz e a concórdia para todos os cristãos verdadeiros governantes.

Isso dar-lhe a paz e a unidade de todo o mundo cristão, Senhor restaure a unidade da Igreja de todos os que desviam a verdade, leve todos os incrédulos para a luz do Evangelho, Senhor confirme e preserva-nos no seu santo serviço.

Que o Senhor levante nossas mentes a celestial desejo, conceder eterna bênção a todos os nossos benfeitores, entregar nossas almas e as almas dos nossos irmãos, parentes, e benfeitores de perdição eterna, que sejam dados e preservados os frutos da terra, oh Senhor conceder descanso eterno a todos os fiéis que partiram, Senhor amavelmente nos ouvi, Filho de Deus.

No final da ladainha o padre acrescenta o seguinte:

P: Ant.: Não se deve ter em mente, Senhor, nossas ofensas ou os dos nossos pais, nem ter vingança sobre os nossos pecados.

P: “Pai Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, vem a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, não nos deixei cair em tentação. Todos: Mas livrai-nos do mal.

” Além da Ladainha dos Santos o padre lê o salmo 53, dá os comandos ao espírito que se encontra dentro do possuído. Todos lêem todas as lições do evangelho e a parte mais importante do exorcismo que é quando o padre lê as palavras de expulsão de Lúcifer e seus anjos. Cantam o Cântico de Nossa Senhora (Lucas 1: 46-55) e falam a Oração após a libertação:

P: Poderoso Deus, nós Lhe pedimos para impedir o espírito mau de agredir ainda mais esse vosso servo (a) e, para mantê-lo longe, para não voltar nunca mais. Ao seu comando, Senhor, e bondade e paz de Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Redentor, tomar posse desse homem (mulher).

Já não temo qualquer mal visto que o Senhor está conosco, que vive e reina entre nós, na unidade do Espírito Santo de Deus, para sempre e sempre.
Todos: Amém.” O ex-padre jesuíta e autoproclamado exorcista, Malachi Martin, diz que o exorcismo possui estágios típicos:

Presunção: Lúcifer esconde sua verdadeira face;
Ponto Fraco: Lúcifer revela-se;
Conflito: há uma disputa entre o exorcista e Lúcifer pela alma do possuído.
Expulsão: a batalha é vencida pelo sacerdote, Lúcifer abandona o corpo do possuído.

Durante o estado de possessão algumas pessoas provocam lesões em seu próprio corpo.
Qualquer ritual igual ou semelhante ao do exorcismo deve ser praticado unicamente por pessoas capacitadas, além de ser necessária uma investigação para eliminar todas as possibilidades terrenas, para fazer uso dos recursos religiosos.
Lembrando que já tivemos casos de morte durante a tentativa de exorcismo católico e protestante.

O amigo do Além


Apartir de hoje voce poderá acompanhar tudo sobre o lado Sobrenatural do mundo

Tudo oque você quer saber sobre o desconhecido.

Um mundo que esta a nossa volta e alguns tem medo de explorá-lo.

A equipe.